segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

POESIA PALMENSE


 "Eis a poesia palmense! Mas tivemos mais poesia nos tempos idos: a canoa do Seu Valto, que transportava quem vinha do interior, cortando os 'remansos' das correntes d’água, os saudosos banhos na velha barragem, a meninada dando bunda-canastra dos galhos das ingazeiras, os carnavais à margem do rio, as moças tomando banho de sol, puxando os olhares da rapaziada, o velho Rabo-da-gata do saudoso Vicente Chico. Ah, velhos tempos que não voltam mais. Tempos mais líricos e mais poéticos!! Se a saudade matasse, os poetas e os saudosistas palmenses já estariam em outro plano. Seria poético e politicamente correto se as autoridades locais preservassem este local de tantas histórias e incontáveis memórias!!"
 Davi Portela

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